SIMULADO PARA O SPAECE
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1. Leia o texto abaixo:
RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim
magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio tão amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas,
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa e fácil:-
Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília: poesia. Por Darcy Damasceno. Rio de Janeiro, Agir, 1974. p 19-20.
O tema do
texto é
a) a consciência súbita sobre o envelhecimento.
b) a decepção
por encontrar-se já fragilizada.
c) a falta de
alternativa face ao envelhecimento.
d) a
recordação de uma época de juventude.
e) a revolta
diante do espelho.
2. (Prova
Brasil) Leia o texto
abaixo:
O OURO DA BIOTECNOLOGIA
Até os bebês
sabem que o patrimônio natural do Brasil é imenso. Regiões como a Amazônia, o
Pantanal e a Mata Atlântica - ou o que restou dela - são invejadas no mundo
todo por sua biodiversidade. Até mesmo ecossistemas como o do cerrado e o da
caatinga têm mais riqueza de fauna e flora do que se costuma pensar. A
quantidade de água doce, madeira, minérios e outros bens naturais é amplamente
citada nas escolas, nos jornais e nas conversas. O problema é que tal exaltação
ufanista (“Abençoado por Deus e bonito por natureza”) é diretamente
proporcional à desatenção e ao desconhecimento que ainda vigoram sobre essas
riquezas.
Estamos
entrando numa era em que, muito mais do que nos tempos coloniais (quando
pau-brasil, ouro, borracha etc. eram levados em estado bruto para a Europa), a
exploração comercial da natureza deu um salto de intensidade e refinamento.
Essa revolução tem um nome: biotecnologia. Com ela, a Amazônia, por exemplo,
deixará em breve de ser uma enorme fonte “potencial” de alimentos, cosméticos,
remédios e outros subprodutos: ela o será de fato - e de forma sustentável.
Outro exemplo: os créditos de carbono, que terão de ser comprados do Brasil por
países que poluem mais do que podem, poderão significar forte entrada de
divisas.
Com sua
pesquisa científica carente, idefinição quanto à legislação e dificuldades nas
questões de patenteamento, o Brasil não consegue transformar essa riqueza
natural em riqueza financeira. Diversos produtos autóctones, como o cupuaçu, já
foram registrados por estrangeiros - que nos obrigarão a pagar pelo uso de um
bem original daqui, caso queiramos (e saibamos) produzir algo em escala com
ele. Além disso, a biopirataria segue crescente. Até mesmo os índios deixam que
plantas e animais sejam levados ilegalmente para o exterior, onde provavelmente
serão vendidos a peso de ouro. Resumo da questão: ou o Brasil acorda para a
nova realidade econômica global, ou continuará perdendo dinheiro como fruta no
chão.
Uma frase que
resume a ideia principal
do texto é:
a) A amazônia deixará de ser fonte potencial de alimentos.
b) O Brasil não transforma riqueza natural em financeira.
c) Os Índios deixam animais e plantas serem levados.
d) Os estrangeiros registraram diversos produtos.
3. (Prova
Brasil) Leia o texto abaixo:
VÍNCULOS, AS EQUAÇÕES DA MATEMÁTICA DA
VIDA
Quando você
forma um vínculo com alguém, forma uma aliança. Não é à toa que o uso de
alianças é um dos símbolos mais antigos e universais do casamento. O
círculo dá a noção de ligação, de fluxo, de continuidade. Quando se forma
um vínculo, a energia flui. E o vínculo só se mantém vivo se essa energia
continuar fluindo. Essa é a idéia de mutualidade, de troca. Nessa
caminhada da vida, ora andamos de mãos dadas, em sintonia, deixando
a energia fluir, ora nos distanciamos.
Desvios
sempre existem. Podemos nos perder em um deles e nos reencontrar logo
adiante. A busca é permanente. O que não se pode é ficar
constantemente fora de sintonia.
Antigamente,
dizia-se que as pessoas procuravam se completar através do outro,
buscando sua metade no mundo. A equação era: 1/2 + 1/2 = 1.
"Para eu ser feliz para sempre
na vida, tenho que ser a metade do outro." Naquela loteria do
casamento, tirar a sorte grande era achar a sua cara-metade.
Com o passar
do tempo, as pessoas foram desenvolvendo um sentido de individualização maior e
a equação mudou. Ficou: 1 + 1 = 1. "Eu tenho que ser eu, uma
pessoa inteira, com todas as minhas qualidades, meus defeitos,
minhas limitações. Vou formar uma unidade com meu companheiro, que
também é um ser inteiro." Mas depois que esses dois seres
inteiros se encontravam, era comum fundirem-se, ficarem grudados num
casamento fechado, tradicional. Anulavam-se mutuamente.
Com a
revolução sexual e os movimentos de libertação feminina, o processo de
individuação que vinha acontecendo se radicalizou. E a equação mudou de novo: 1
+ 1 = 1 + 1.
Era o
"cada um na sua". "Eu tenho que resolver os meus problemas,
cuidar da minha própria vida. Você deve fazer o mesmo. Na minha independência
total e autossuficiência absoluta, caso com você, que também é
assim." Em nome dessa independência, no entanto, faltou
sintonia, cumplicidade e compromisso afetivo. É a segunda crise
do casamento que acompanhamos nas décadas de 70 e 80.
Atualmente,
após todas essas experiências, eu sinto as pessoas procurando outro tipo
de equação: 1 + 1 = 3. Para a aritmética ela pode não ter lógica, mas faz
sentido do ponto de vista emocional e existencial. Existem você, eu e
a nossa relação. O vínculo entre nós é algo diferente de uma simples somatória
de nós dois. Nessa proposta de casamento, o que é meu é meu, o que é seu é
seu e o que é nosso é nosso. Talvez aí esteja a grande mágica que
hoje buscamos, a de preservar a individualidade sem destruir o vínculo
afetivo. Tenho que preservar o meu eu, meu processo de descoberta,
realização e crescimento, sem destruir a relação. Por outro lado, tenho
que preservar o vínculo sem destruir a individualidade, sem me
anular. Acho que assim talvez possamos chegar ao ano 2000 um pouco menos
divididos entre a sede de expressão individual e a fome de amor e de
partilhar a vida. Um pouco mais inteiros e felizes. Para isso, temos
que compartilhar com nossos companheiros de uma verdadeira intimidade. Ser
íntimo é ser próximo, é estar estreitamente ligado por laços de afeição e
confiança.
MATARAZZO, Maria Helena. Amar É Preciso. 22. ed. São Paulo: Editora Gente, 1992, p. 19-21
O texto trata PRINCIPALMENTE,
a) da exatidão
da matemática da vida.
b) dos
movimentos de libertação feminina.
c) da loteria
do sucesso no casamento.
d) do
casamento no passado e no presente.
4. (Prova
Brasil) Leia o texto abaixo:
AS AMAZÔNIAS
Esse tapete
de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela
cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região não
cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início
era assim: água e céu.
É mata que não tem mais fim. Mata
contínua, com árvores muito altas,cortada pelo amazonas, o maior rio do
planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não
acaba mais.
SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.
O texto trata:
a) da
importância econômica do rio Amazonas.
b) das
características da região Amazônica.
c) de um
roteiro turístico da região do Amazonas.
d) do
levantamento da vegetação amazônica.
5. (Prova
Brasil) Leia o texto abaixo:
COMO SE PRODUZEM FRUTAS FORA DE ÉPOCA?
Você se
lembra do tempo em que era preciso esperar o outono para comer morango e o
inverno para chupar laranjas? Se não, é porque faz muito tempo mesmo: hoje em
dia, essas frutas estão no supermercado o ano inteiro. Poda e irrigação se
juntaram à genética e à química e permitem que os agricultores acelerem
ou retardem o ciclo natural das plantas. Hoje, as frutas são de todas as
épocas.
A manga, por
exemplo, graças a substâncias químicas como paiobutazol e ethefon, tem uma
produção uniforme ao longo do ano. O produtor pode até adequar a colheita ao
período mais propício para o mercado interno ou externo. Além do calendário, a
agricultura moderna também ignora a geografia: a maçã, fã do frio, já dá na
Bahia. Fruto de cruzamentos genéticos, a variedade Eva suporta trocadilhos e o
calor nordestino desde 2004.
“Os
produtores aprenderam a explorar nossos climas e solos e passaram a produzir a
mesma fruta em várias regiões”, explica Anita Gutierrez, engenheira agrônoma da
Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, a CEAGESP. O que não
significa que não exista sazonalidade: ainda há variação no volume de algumas
frutas e verduras por culpa de estiagem excesso de chuvas ou frio fora do
comum. Ainda falta podar o clima.
SILVA, Michele. Revista Superinteressante.Ed. 264. Abril: abr. 2009. p. 46.
Esse texto
trata
a) da agricultura moderna, que produz frutas o ano inteiro.
b) dos morangos, que devem ser cultivados no outono.
c) do calendário agrícola, que determina a produção.
d) das ações do clima, que interferem na produção.
6. Leia o texto
para responder a questão abaixo:
ASA BRANCA
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu
Por que tamanha judiação.
Que brasileiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d’água, perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão.
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse: adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração.
Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar, ah! Pro meu sertão.
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro, não chove não, viu
Que eu voltarei, viu, meu coração.
Luis Gonzaga e Humberto Teixeira. Luiz Gonzaga. Vinil/CD, BMG. Brasil, 2001
Qual é o tema do texto?
a) A solidão
dos sertanejos.
b) A fauna sertaneja.
c) A seca do
sertão.
d) A vegetação
do sertão.
7. Leia o texto
abaixo e responda à questão.
CACHORROS
Os zoólogos
acreditam que o cachorro se originou de uma espécie de lobo que vivia na Ásia.
Depois os cães se juntaram aos seres humanos e se espalharam por quase todo o
mundo. Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas
precisavam caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não
atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que sobrava. Já
os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de
rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem ótimos companheiros. Um
colaborava com o outro e a parceria deu certo.
www.recreionline.com.br
O assunto
tratado nesse texto é a
a) relação entre homens e cães.
b) profissão de zoológico
c) amizade entre os animais.
d) alimentação dos cães.
8. Leia o texto
para responder a questão abaixo:
O PLANETA ESTÁ DE OLHO EM NOSSA
BIODIVERSIDADE
Existem
dezessete países no mundo considerados "megadiversos" pela comunidade
ambiental. São nações que reúnem em seu território imensas variedades de
espécies animais e vegetais. Sozinhas, detêm 70% de toda a biodiversidade
global. Normalmente, a "megadiversidade" aparece em regiões de
florestas tropicais úmidas. É o caso de países como Colômbia, Peru, Indonésia e
Malásia. Nenhum deles, porém, chega perto do Brasil. O país abriga
aproximadamente 20% de todas as espécies animais do planeta.
A variedade
da flora também é impressionante. De cada cinco espécies vegetais do mundo, uma
está por aqui. A explicação para tamanha abundância é simples. Os 8,5 milhões
de quilômetros quadrados do território brasileiro englobam várias zonas
climáticas, entre elas a equatorial do Norte, a semi-árida do Nordeste e a
subtropical do Sul. A variação de climas é a principal mola para as diferenças
ecológicas. O Brasil é dono de sete biomas (zonas biogeográficas distintas),
entre eles a maior planície inundável (o Pantanal) e a maior floresta tropical
úmida do mundo (a Amazônia).
http://www.achetudoeregiao.com.br/ANIMAIS/Biodiversidade.htm
Pode-se afirmar que o tema do texto
é
a) a
biodiversidade das florestas tropicais.
b) a
megadiversidade da Colômbia e do Peru.
c) a imensa
biodiversidade do Brasil.
d) a variedade
de climas do território brasileiro.
9. Leia o texto ao lado para responder à questão que
segue:
O tema da notícia de jornal é o
a) risco de
disseminação da dengue.
b) retorno de
um tipo de dengue.
c) sucesso no
combate à dengue.
d) alerta para
a gravidade da dengue.
10. Leia o texto
para responder a questão a seguir:
EPITÁFIO, DE
SÉRGIO BRITTO
Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração...
[...]
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor...
[...]
http://letras.terra.com.br/titas/48968/
O tema
central da letra da música é
a) a eternização do amor como solução para os problemas da
vida.
b) o arrependimento por não ter podido aproveitar mais as
coisas da vida.
c) a preocupação por não saber o que fazer nas diversas
situações de vida.
d) o sentimento de morte que perpassa todas as simples
situações da vida.
11. Leia o texto
abaixo e respondas.
O PROBLEMA ECOLÓGICO
Se uma nave
extraterrestre invadisse o espaço aéreo da Terra, com certeza seus tripulantes
diriam que neste planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é o
grau de destruição dos recursos naturais. Essas são palavras de um renomado
cientista americano. Apesar dos avanços obtidos, a humanidade ainda não
descobriu os valores fundamentais da existência.
O que
chamamos orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma agressão às
coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização significa a devastação das
florestas, a poluição dos rios, o envenenamento das terras e a deterioração da
qualidade do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma degradação
deliberada e sistemática que o homem vem promovendo há muito
tempo, uma autêntica guerra contra a
natureza.
Afrânio Primo. Jornal Madhva (adaptado).Disponível em http:www.syntonia.com/textos/textoseecologia/problemaecológico.htm – (Censo 2006)
Da maneira
como o assunto é tratado no texto, é
correto afirmar que o meio ambiente está degradado porque:
a) a destruição é inevitável.
b) a civilização o está destruindo.
c) a humanidade preserva sua existência.
d) as guerras são o principal agente da destruição.
12. (SAEB) Leia o texto abaixo:
A pressa tornou-se um
símbolo da modernidade. As pessoas correm para o trabalho, para os estudos e
até para o lazer. Contudo, em meio a tanta velocidade, parece faltar tempo para
o essencial: o encontro com si mesmo e com o outro. Nunca se falou tanto em
comunicação, e nunca estivemos tão desconectados.
O tema central do texto é
a) a importância da rapidez na vida moderna.
b) a contradição entre a pressa e a falta de conexão
humana.
c) a necessidade de aproveitar melhor o tempo livre.
d) o avanço tecnológico e suas vantagens sociais.
13. (Prova Brasil) Leia o texto a seguir:
A natureza parece
cobrar o preço de séculos de descuido humano. Chuvas em excesso, secas
prolongadas e temperaturas elevadas são sinais de que algo está errado. Ainda
assim, muitos insistem em acreditar que o planeta é inesgotável. Quando
percebermos o contrário, talvez já seja tarde demais para agir.
O tema do texto é
a) o poder destrutivo dos desastres naturais.
b) a responsabilidade humana diante da crise
ambiental.
c) o desequilíbrio climático causado pelos ventos e
chuvas.
d) a importância da agricultura nas mudanças
climáticas.
14. (SAEB) Leia o texto abaixo:
Há quem diga que a
felicidade está em grandes conquistas: um emprego desejado, uma casa luxuosa,
um carro novo. No entanto, quem observa com atenção percebe que a verdadeira
alegria mora nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no cheiro do café, na
música que traz lembranças boas.
O texto trata principalmente
a) da ilusão de buscar a felicidade apenas em bens
materiais.
b) da importância de conquistar grandes objetivos.
c) do valor do trabalho e do esforço pessoal.
d) do contraste entre pobreza e riqueza.
15. (SAEB) Leia o texto:
O conhecimento nunca
esteve tão acessível. Com poucos cliques, é possível visitar museus, ler
clássicos e assistir a aulas de qualquer lugar do mundo. Paradoxalmente, cresce o número de
pessoas desinformadas, vítimas de fake news e manipulações. A informação está
por toda parte, mas nem todos sabem o que fazer com ela.
O tema central do texto é
a) o avanço das tecnologias digitais.
b) o contraste entre acesso à informação e falta de
discernimento.
c) a importância das redes sociais para a educação.
d) a expansão das universidades virtuais.
16. (Prova SAEB) Leia o texto abaixo:
O homem inventou
máquinas para facilitar a vida, mas tornou-se dependente delas. Criou redes
para aproximar pessoas, mas perdeu a capacidade de diálogo. Descobriu o poder
da ciência, mas esqueceu de cuidar da alma. O progresso é, ao mesmo tempo, um
avanço e uma armadilha.
O tema do texto é
a) os benefícios da tecnologia para a humanidade.
b) a crítica à dependência e aos efeitos negativos do
progresso.
c) o uso da ciência como forma de controle social.
d) a necessidade de investir mais em tecnologia.
17. (Prova Brasil) Leia o texto:
Crescer não é apenas
somar anos, mas aprender a lidar com perdas, escolhas e responsabilidades. A
infância é curta, mas deixa marcas profundas. A maturidade chega quando
percebemos que o tempo não volta e que cada decisão tem um preço.
O texto aborda principalmente
a) a importância da infância na formação humana.
b) o processo de amadurecimento e suas consequências.
c) o desejo de permanecer jovem por mais tempo.
d) a necessidade de viver sem responsabilidades.
18. (SAEB) Leia o texto:
Vivemos em uma época em
que todos querem ser ouvidos, mas poucos querem ouvir. As redes sociais
transformaram opiniões em armas, e o diálogo em disputa. O silêncio, antes
sinal de sabedoria, passou a ser visto como fraqueza. Talvez precisemos
aprender novamente o valor de calar para compreender.
O tema central do texto é
a) a importância do silêncio e da escuta em tempos de
conflito.
b) a necessidade de usar mais as redes sociais.
c) a busca por fama e reconhecimento.
d) a dificuldade de expressar opiniões.
19. (SAEB) Leia o texto:
O consumo tornou-se uma
forma de identidade. As pessoas compram não apenas por necessidade, mas para
mostrar quem são — ou quem gostariam de ser. As vitrines refletem mais do que
produtos: refletem vaidades, carências e sonhos. Ser deixou de ser verbo; virou
marca.
O tema do texto é
a) o incentivo ao consumo consciente.
b) a importância da publicidade na economia.
c) a valorização das marcas de prestígio.
d) a crítica à sociedade consumista e à
superficialidade.
20. (SAEB) Leia o texto a seguir:
O planeta não precisa
que o salvemos; ele existia antes de nós e continuará existindo depois. Quem
precisa ser salvo é o próprio ser humano, de sua ganância e de sua incapacidade
de viver em equilíbrio com o que o cerca. A natureza não é frágil — frágil é o
modo como a tratamos.
O tema do texto é
a) a autossuficiência da natureza diante da destruição
humana.
b) o poder do homem sobre o meio ambiente.
c) o papel da ciência na preservação da vida.
d) a dependência da natureza em relação ao homem.
|
GABARITO |
|
|
1 |
a) a
consciência súbita sobre o envelhecimento. |
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2 |
b) O Brasil não transforma riqueza natural em financeira. |
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3 |
d) do
casamento no passado e no presente. |
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4 |
b) das
características da região Amazônica. |
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5 |
a) da agricultura moderna, que produz frutas o ano inteiro. |
|
6 |
c) A seca do
sertão. |
|
7 |
a) relação entre homens e cães. |
|
8 |
c) a imensa
biodiversidade do Brasil. |
|
9 |
b) retorno
de um tipo de dengue. |
|
10 |
b) o arrependimento por não ter podido aproveitar mais as
coisas da vida. |
|
11 |
b) a civilização o está destruindo. |
|
12 |
b) a contradição entre a pressa e a falta de conexão
humana. |
|
13 |
b) a responsabilidade humana diante da crise
ambiental. |
|
14 |
a) da ilusão de buscar a felicidade apenas em bens
materiais. |
|
15 |
b) o contraste entre acesso à informação e falta de
discernimento. |
|
16 |
b) a crítica à dependência e aos efeitos negativos
do progresso. |
|
17 |
b) o processo de amadurecimento e suas
consequências. |
|
18 |
a) a importância do silêncio e da escuta em tempos
de conflito. |
|
19 |
d) a crítica à sociedade consumista e à
superficialidade. |
|
20 |
a) a autossuficiência da natureza diante da
destruição humana. |
